lançamentos

O Pensamento Clássico Traduzido

5 agosto, 2009 | Por admin

Na última semana duas editoras univesitárias – Unesp e Unicamp – publicaram traduções de obras pilares do pensamento clássico. Os livros I e II da Física, de Aristóteles e a tradução feita a partir do grego de Os Elementos, de Euclides.

Lucas Angioni, professor de História da Filosofia Antiga da Unicamp, é o responsável pela tradução e pelos comentários presentes n’A Física I e II de Aristóteles. Ele é autor também de outros dois livros que foram publicados pela Editora da Unicamp, são eles As noções aristotélicas de substância e essência – o livro VII da Metafísica de Aristóteles e Introdução à Teoria da Predicação em Aristóteles.

 

A bela tradução dos 13 livros que compõe a obra Os Elementos foi realizada por Irineu Bicudo, diretor do Departamento de Matemática da Unesp de Rio Claro. O livro divide-se em 4 seções: os seis primeiros livros dão conta da geometria plana; os três seguintes, da teoria dos números; o livro X, o mais complexo, estuda uma classificação de incomensuráveis/irracionais; e os três últimos abordam a geometria no espaço/estereometria.

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Artes Plásticas

100 Livros Clássicos Sobre Design Gráfico

5 agosto, 2009 | Por admin

Lançamento simultâneo no mundo todo em agosto de 2009, o livro 100 Livros Clássicos Sobre Design Gráfico chega também ao Brasil em sua primeira edição, pela Cosac Naify.

Jason Godfrey – o autor – é designer, bibliófilo, diretor da Godfrey Design, em Londres, e escreveu os comentários publicados no livro. A edição é organizada em seis seções: “Tipografia”, “Livros de referência”, “Didáticos”, “Histórias”, “Antologias” e “Monografias”.

Bibliográfico

Manuais de design gráfico de László Moholy-Nagy e Josef Müller-Brockmann, antologias de design de logos, cartazes de filmes poloneses, listas de livros selecionados por designers de suas bibliotecas pessoais são alguns dos exemplos contidos neste almanaque ilustrado.

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Literatura

Prêmio São Paulo de Literatura 2009

3 agosto, 2009 | Por admin

Foi entregue a pouco o Prêmio São Paulo de Literatura 2009, segunda edição do prêmio literário mais rentável do país. A premiação aconteceu no Museu da Casa Brasileira e elegeu:

Galiléia, de Ronaldo Correia de Brito, publicado pela Objetiva, como o Melhor Livro do Ano (de 2008);

A parece no escuro, de Altair Martins, que saiu pela editora Record, como o Melhor Livro de Autor Estreante.

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Últimas

Sobre Pina Bausch

30 junho, 2009 | Por admin

Muitos que não sabiam quem era Pian Bausch – não era muito conhecida pelo público não-adepto da dança aqui no Brasil – devem estar se perguntando quem foi a coreógrafa. Talvez o melhor jeito de conhecer seu trabalho (e, apelando para a máxima “a arte imita a vida”, conhecê-la) seja através dos vídeos disponíveis no YouTube. Para os que não se contentarem com os vídeos e sons de suas apresentações, existem 2 livros publicados no Brasil que falam sobre Pina Bausch:

Pina Bausch
Pina Bausch

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Últimas

História da carochinha, ou a suposta crise da história

29 junho, 2009 | Por admin

Pegou-me de surpresa a tradução de um trecho da entrevista de Paul Veyne publicada na página 10 do caderno Mais! da FSP de ontem. No dia anterior, sábado, estive lendo uma parte do ensaio de Roger Chartier, A hitória ou a leitura do tempo, publicado este ano pela editora Autêntica, que trata justamente da dúvida da “possibilidade da história de produzir um conhecimento adequado do passado”. Dúvida esta que, segundo Chartier, foi diagnosticada nos anos 1980 e 1990 e produziu questões como se “a verdade que a história produz é diferente da que produzem o mito e a literatura?”

A relação entre “a história como disciplina” e a “escritura de imaginação”, ou seja, as dimensões retórica e narrativa da história, foram exploradas, segundo Chartier, por “três obras fundacionais”: VEYNE, 1971; WHITE, 1973; DE CERTEAU, 1975, que foram responsáveis por gerar uma série de reflexões e questionamentos que culminaram na “crise da história”.

A partir deste ponto, alguns autores saíram em busca de “tentativas de refundação epistemológica do regime próprio da cientificidade da história”, como: APPLEBY; HUNT; JACOB, 1994; PASSERON; REVEL, 2005; FORMES…, 2007, buscando afirmar, para a calma dos historiadores, que “o conhecimento (mesmo o conhecimento histórico) é possível” (GINZBURG, 1999, p.25).

(obs: Essa “crise da história” me fez lembrar, embora sejam óbvias as impossibilidades de comparação em diversos níveis, a recente abolição da exigência de diploma de jornalismo para exercer a profissão jornalística. Talvez valha a reflexão sobre esta relação para iluminar o debate sobre o tema.)

A bibliografia sobre o tema é extensa, portanto resigno-me a transcrever abaixo apenas a citada por Chartier, conforme publicado na edição de 2009 da editora Autêntica:

DE CERTEAU, Michel. L’Écriture de l’histoire. Paris: Gallimard, 1975 (Trad. português: A escrita da história. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1982)

APPLEBY, Joyce; HUNT, Lynn; JACOB, Margaret. Telling the truth about history. Nova York; Londre: W. W. Norton and Company, 1994

FORMES DE LA GENERALISATION. Annales. Histoire, Sciences Sociales, 2007.

GINZBURG, Carlo. History, rhetoric, and proof. The Menahem Stern Jerusalem Lectures. Haover; Londres: University Press of New England, 1999. (Trad. português: Relações de força: história, retórica, prova. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.)

HARTOG, François. L’art du récit historique. In: BOUTIER, Jean; JULIA, Dominique (Dir.). Passés recomposés. Champs et chantiers de l’histoire. Paris: Éditions Autrement, 1994. p. 184-193

KOSSELECK, Reinhart. Erfahrungswandel und Methodeweschel. Eine historische historisch-anthropologische Skizze. In: MEIER, C.; RÜSEN, J. (Eds.). Historische Methode. Munich: Taschenbuch, 1998. p.13-61

PASSERON, Jean-Claude; REVEL, Jacques (Dir.). Penser par cas. Paris: Éditions de l’École des Hautes Études en Sciences Sociales, Enquête, 2005.

VEYNE, Paul. Comment on écrit l’histoire. Essai d’épistémologie. Paris: Éditions du Seuil, 1971. (Trad. português: Como se escreve a história. 4ª ed. Brasília: UNB, 1998.)

WHITE, Hayden. Metahistory. The historical imagination in nineteenth-century Europe. Baltimore; Londres: The Johns Hopkins University Press, 1973. (Trad. português: Meta-história: A imaginação histórica do século XIX. São Paulo: Edusp, 2008.)

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Agenda

Seminário Mindlin 2009 – Livros, Leitura e Novas Tecnologias

16 junho, 2009 | Por admin

Ao contrário do que afirma a matéria publicada no Estadão de hoje, o evento Mindlin 2009 – Livros, Leitura e Novas Tecnologias, ocorrerá no MASP, Museu de Arte de São Paulo, devido à greve na Universidade de São Paulo.

O evento é imperdível tanto pela temática quanto pela gratuidade das inscrições, que serão feitas no local.

A programação completa e o caderno de títulos e resumos das comunicações podem ser consultados no site oficial da Brasiliana.

livros relacionados

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Agenda

Escrita e Culturas na Europa Moderna – Roger Chartier

15 junho, 2009 | Por admin

Do boletim eletrônico do IEA – Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo:

No dia 18, o historiador francês Roger Chartier, do Collège de France, faz a conferência Escrita e Culturas na Europa Moderna.A conferência de Chartier (no dia 18 de junho, às 10h, no Auditório Aurora Furtado do Instituto de Psicologia) é uma realização da Cátedra Claude Lévi-Strauss, sediada no IEA e resultante de convênio entre a USP e o Collège de France. O evento terá como moderador João Adolfo Hansen, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

Segundo Chartier, atualmente os historiadores sabem que o conhecimento que produzem é apenas uma das modalidades da relação que as sociedades mantêm com o passado: “As obras de ficção, ao menos algumas delas, e a memória, seja coletiva ou individual, também conferem uma presença ao passado, às vezes ou amiúde mais poderosa do que a que estabelecem os livros de história”.

Especialista em história da cultura escrita na Idade Moderna, Chartierr é um dos historiadores mais destacados da atualidade. É titular de escrita e culturas da Europa Moderna do Collège de France, diretor de estudos do Centro de Pesquisas Históricas da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS) e professor visitante da Universidade da Pensilvânia, dos EUA. Foi professor visitante e conferencista em diversas universidades nos EUA, Canadá, Reino Unido, Espanha e Argentina. Alguns dos seus livros publicados no Brasil são “Aventura do Livro — Do Leitor ao Navegador” (1999), “A Ordem dos Livros — Leitores, Autores e Bibliotecas na Europa entre os Séculos XIV e XVIII” (1999), “Cultura Escrita, Literatura e História” (2001), “Os Desafios da Escrita” (2002) e “Inscrever e Apagar — Cultura Escrita e Literatura, Séculos XI a XVIII” (2007).

Outros títulos do autor podem ser encontrados no site da Livraria 30PorCento.

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Literatura

À Luís de Camões

10 junho, 2009 | Por admin

O programa Tema e Variações com o Maestro Julio Medaglia, da rádio Cultura FM de São Paulo, tinha como tema o Dia de Portugal. Não sabia porque, mas ouvi atentamente à bela programação. Fiquei sabendo, depois após uma breve pesquisa, que hoje comemora-se o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, pois é o dia em que se assinala a morte de Luís Vaz de Camões em 1580.

Em busca de material sobre o poeta, deparei-me com uma edição de Os Lusíadas publicada em Paris no ano de 1865, pertencente à biblioteca da Universidade da California. Esta edição conta com um discurso preliminar (apologético e crítico), a vida de Luis de Camões – extraídos das edições publicadas em Lisboa por Thomas José de Aquino – e uma breve análise do poema de autoria de João Franco Barreto, “philologo notavel do XVII seculo”.

Ao final da “Breve Noticia da Vida de Luis de Camões”, temos uma referência às condições dos momentos finais da vida do poeta:

“No anno de 1569 chegou a Lisboa, que achou ardendo em hum horrivel contagio. Aqui em lugar do premio que merecia pelas suas gloriosas fadigas litterarias, e marciaes, entrou a experimentar novas e talvez mais
fortes adversidades, chegando a tanta miseria, que hum escravo seu chamado Antonio, pedia de noite de porta em porta para o sustentar.

Desta sorte acabou hum homem, cuja memoria, a pezar da inveja, será eterna entre os Eruditos. Morreo em Lisboa no anno de 1579, com 55 de idade; por haver nascido no de 1524. Deo-se-lhe sepultura ao lado esquerdo da entrada da porta da igreja do Convento de Santa Anna de Religiosas Franciscanas. Poucos annos depois, que foi no de 1595, Dom Gonçalo Coutinho lhe deo nova sepultura, no meio da Igreja, e lhe fez gravar na campa esta Inscripção:

AQVI IAZ LUÍS DE CAMÕES,
PRINCIPE
DOS POETAS DE SEV TEMPO:
VIVEO POBRE E MISERAVELMENTE,
E ASSI MORREO. ANNO DE M. D. LXXIX.”

(fonte: Os Lusiadas, poema epico de Luis de Camões, nova edição conforme à de 1817, de Dom José Maria de Souza Botelha, publicada em Paris Va J.-P. Alliaud, Guillard e ca, 1865.)

A morte do poeta é datada de 1579. Entretanto, em todas as outras referências à este acontecimento, o ano utilizado é o de 1580, e é marcada com precisão para o dia 10 de junho, hoje.

No livro Franklin Távora e o seu tempo, de Cláudio Aguiar (Ateliê Editorial, 1997), por exemplo, há uma referência às  “comemorações do tricentenário de nascimento de Luís de Camões”, em texto publicado na Revista Brasileira. A data é 10 de junho de 1880, e, ao abrir “as páginas especiais destinas à homenagem a Lúis de Camões, vinham as palavras de Sua Majestade, o Imperador D. Pedro II, afirmando que não hesitava em colocar seu nome

entre os dos meus patrícios, que, na grinalda de versos consagrada a Camões, o maior gênio da língua falada por dois povos irmãos, cantor das maravilhas da navegação, a que devemos o nosso Brasil, conseguiram simbolizar os mais generosos sentimentos, imitando a exuberância viçosa e bela de um só solo, cujas admiradas riquezas oferecemos cordialmente ao espírito industrioso de todas as outras nações. Estas palavras, escritas ao correr da pena, cingirão a formosa grinalda, ao menos, como laço de simpatia.”

(fonte: Imperador Dom Pedro II, Revista Brasileira, tomo IV, Primeiro Ano, Homenagem a Luiz de Camões, 10 de junho de 1880.)

As festividades realizadas no Gabinete Português de Leitura poderiam ser simbolizadas pelos trabalhos apresentados por três escritores brasileiros: Nabuco, Machado e Távora.

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lançamentos

Suicídios exemplares – Enrique Vila-Matas

10 junho, 2009 | Por admin

Lançamento imperdível. Quinto livro publicado pela Cosac Naify do catalão Enrique Vila-Matas. Suicídios Exemplares.

O release da editora basta: “Enrique Vila-Matas constrói, com ironia e humor afiado, dez histórias em que os protagonistas flertam constantemente com o suicídio. Este, porém, nunca chega a acontecer de fato – pelo menos não da forma como se imagina. Escrito em 1991, o livro já possui o germe do “não” (suicidar-se, desparecer, não escrever) que aparecerá em Bartleby e companhia e outros títulos do autor. Em Suicídios exemplares, a ideia de se matar torna-se a saída para as decepções ou ausências nas vidas dos personagens, mas algo sempre acontece e muda o desfecho esperado. Com narrativas cheias de imaginação, sutileza e inteligência, a obsessão pelo suicídio acaba, paradoxalmente, por afastar a tentação da morte, e torna-se um incentivo para a vida, transformando positivamente a ação dos heróis de Vila-Matas.”

O livro foi notícia no Estadão.

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Arquitetura

Inteligência brasileira: uma reflexão cartesiana – Max Bense

10 junho, 2009 | Por admin

Max Bense foi um importante crítico alemão da escola de Ulm que estabeleceu uma relação estreita com os poetas concretos brasileiros.  A filiação fica clara no seguinte trecho extraído do livro Poesia concreta brasileira, de Gonzalo Moisés Aguilar, publicado pela Ateliê:

“Em um gesto estratégico que tinha como fim mostrar o caráter universal dessa obra [o manifesto plano-piloto para poesia concreta, relacionado à construção de Brasília], os poetas deram a palavra a um dos teóricos que mais os influenciou nesse período: Max Bense. Por intermédio de Haroldo de Campos, que foi um dos difusores de sua obra no Brasil, Max Bense começou a ter uma presença muito forte, sobretudo na página ‘Invenção’, convertendo-se, segundo Mário Chamie, no ‘teórico do momento’.”

O ensaísta alemão ficou famoso por formular postulados “científicos”, segundo Alberto Lucena Júnior, para a estética, com denominações como estética informacional, estética matemática, estética tecnológica, estética gerativa, etc., cuja “escola” ocuparia o lugar de referencial terórico para a computer art dos anos 1960.

Em 1965 Max Bense publicou, em alemão, o livro Inteligência brasileira, onde o pensador alemão, que visitou o Brasil durante a década de 1960, observa com simpatia um dos momentos altos da cultura brasileira. Diz o release da editora Cosac Naify que “a síntese de sua visão poderia ser exemplificada na relação que faz entre as cidades do Rio de Janeiro (o espírito tropical) e Brasília (o espírito cartesiano) – e de Guimarães Rosa como a melhor expressão da fusão de ambos.”

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lançamentos

Hotel Novo Mundo – Ivana Arruda Leite

10 junho, 2009 | Por admin

A editora 34 é uma daquelas editoras que fogem da segurança de publicar antologias e retrospectivas de romancistas consagrados e apostam nas novas gerações – boas ou más – de escritores brasileiros. Foi assim com Isaias Pessoti na década de 90, e é agora com Ivana Arruda Leite. Natural de Araçatuba e formada em sociologia pela USP, Hotel Novo Mundo é o primeiro romance publicado pela autora (que já havia publicado contos e uma novela).

Ivana mantém um blog desde 2007no endereço http://doidivana.wordpress.com/, atualizado com fiel frequência.

O livro se passa num hotel barato do centro de São Paulo, onde se cruzam as histórias de várias personagens, tendo como elo de ligação a figura de Renata, uma ex-prostituta que, traída pelo marido rico, abandona sua casa no Rio de Janeiro e transfere-se para a metrópole paulistana.

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lançamentos

A Instituição da Religião Cristã – João Calvino

9 junho, 2009 | Por admin

A editora UNESP lançou há 2 semanas o segundo tomo do famoso tratado teológico de João Calvino, A Instituição da Religião Cristã, um dos pilares da Reforma Protestante.

A importância do tratado é sublinhada no livro de Jean Comby, Para ler a história da Igreja II – Do século XV ao século XX: “Calvino publica em latim, para uso dos reformados franceses, um pequeno volume que resume as grandes linhas de sua teologia. Fá-lo em 1536, na Basiléia: A Instituição da Religião Cristã. A obra, ampliada, é traduziada para o francês, em Genebra, em 1541. As edições sucessivas, constantemente enriquecidas, até a última, publicada em 1559 em quatro livros, fizeram da obra a suma teológica do protestantismo reformado.”

Esta edição publicada pela editora UNESP foi traduzida diretamente do latim, baseia-se na versão definitiva de 1559, resultado de quase trinta anos de reflexões do pensador franco-suíço.

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Artes Plásticas

Espelho Diário, de Rosângela Rennó

16 maio, 2009 | Por admin

Espelho Diário é uma instalação multimídia resultante da parceria entre a artista Rosângela Rennó e a escritora convidada Alicia Duarte Penna.”

A Edusp publicou um livro homônimo, Espelho Diário, que será lançado hoje, as 15h, na Galeria Vermelho em São Paulo: Rua Minas Gerais, 350. (como chegar?)

O site oficial da artista mineira, rosangelarenno.com.br, possui preciosas informações sobre a instalação Espelho Diário “que faz uma referência ao jornal inglês Daily Mirror (ou seja, Espelho Diário), conhecido pelo seu conteúdo sensacionalista.”

A instalação foi concebida em 2001 e tem duração de 121’ em cada tela de projeção. A ideia central é a seguinte: notícias de jornais brasileiros que envolviam alguém cujo nome é Rosângela foram colecionadas durante oito anos, entre 1992 e 2000, e então foram organizadas num diário-colagem pela artista, e recontadas, sob a forma de monólogos, pela escritora. Os 133 monólogos constituíram, assim, um diário, que condensa oito anos em um, de uma personagem múltipla nomeada Rosângelas.

Visite a página do Espelho Diário no site da artista para assistir dois vídeos relacionados à instalação.

Espelho Diário - Rosângela Rennó - EDUSP

preço: De 80.0 Por 56.0
editora: EDUSP
autor: Rosângela Rennó, Alícia Duarte Penna
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