Arquitetura

Arquitetura do Oriente Médio ao Ocidente

19 agosto, 2009 | Por admin

Para falar de Arquitetura do Oriente Médio ao Ocidente é impossível não lembrar dos relatos de Le Corbusier sobre sua viagem ao oriente no início do século XX onde o jovem arquiteto franco-suiço narrou em seu primeiro e último livro – publicado em português pela primeira vez em 2007, com o título A viagem do Oriente, tradução de Paulo Neves – seus mais de cinco meses de experiência estética através de lugares como os Balcãs, Atenas e Istambul.

Menos subjetivo que o relato de impressões de Le Corbusier, o livro de Andrea Piccini analisa as manifestações arquitetônicas influenciadas pelas culturas médio-orientais, árabe e islâmica no Mediterrâneo entre os anos 1000 e 1400.

O foco se aproxima, em seu quarto capítulo, de Florença, na Itália, onde a influência oriental se acentua durante a transição para a Renascença, citando exemplos como o batistério de San Giovanni ou a igreja de San Miniato AL Monte.

Andrea Piccini é professor doutor de Engenharia de Construção Civil na Escola Politécnica da USP e Arquitetura do Oriente Médio ao Ocidente – a transferência de elementos arquitetônicos através do Mediterrâneo até Florença é seu segundo livro publicado pela editora Annablume.

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lançamentos

Escritos sobre ciência e religião – Thomas Henry Huxley

18 agosto, 2009 | Por admin

Quinto volume da coleção Pequenos Frascos da editora Unesp, Escritos sobre ciência e religião é uma compilação de ensaios de Thomas Henry Huxley, naturalista e intelectual inglês do século XIX, conhecido por sua atuação como defensor da teoria da evolução das espécies de Darwin.

Dividido em três ensaios, Escritos sobre ciência e religião trata de temas como a educação, crenças religiosas e seu contraste com o pensamento científico. Os ensaios são: “Sobre a conveniência de se aperfeiçoar o conhecimento natural”, “O natural e o sobrenatural” e “Ciência e cultura”, precedidos por um prefácio intitulado “Thomas Huxley, o debate entre ciência e religião, e a educação”.

A coleção Pequenos Frascos foi planejada para apresentar textos curtos menos conhecidos de autores consagrados, primando pelo diferenciado tratamento editorial e gráfico. Foi o caso do primeiro volume da coleção, Modesta Proposta e outros textos satíricos, do escritor irlandês Jonathan Swift.

Coleção Pequenos Frascos - Editora Unesp

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história

Joaquim Nabuco: Brasileiro, Cidadão do Mundo

18 agosto, 2009 | Por admin

Este é o título da exposição que será aberta amanhã no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, em homenagem aos 160 anos de nascimento de Joaquim Nabuco.

Nabuco é conhecido como um personagem histórico de vida aparentemente paradoxal, como fica evidente na descrição de Angela Alonso em seu Joaquim Nabuco, da Cia. das Letras: “Os funerais de Nabuco narraram sua vida ao contrário, revelando suas múltiplas identidades. Ele gostava de se referir às duas faces de Jano, uma mirando o passado; outra o futuro. A imagem lhe serve perfeitamente. Vivendo numa era de mudanças, expressou-a existencialmente, oscilando entre a devoção à sociedade aristocrática e o empenho em reformas modernizadoras, que fatalmente a destruiriam. Foi simultaneamente cortesão frívolo, apegado à boa vida, e um corajoso homem público, golpeando autoridades políticas e hierarquias sociais. No estilo de vida, no ativismo político, na prática intelectual, equilibrou-se entre reforma e tradição.”

Além da reconhecida atuação política, Joaquim Nabuco também escrevia. Publicou, além do famoso O Abolicionismo, uma série de artigos no Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro, analisando o mandato do presidente chileno José Manuel Balmaceda no fim do século XIX. Essa coletânea de artigos foi reunida e publicada em forma de ensaio (Balmaceda – A revolução chilena de 1891) pela Cosac Naify na coleção Prosa do Observatório, dirigida por Davi Arrigucci Jr.

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Arquitetura

Arquitetura e atitudes nos cemitérios de São Paulo

18 agosto, 2009 | Por admin

Estive catalogando os livros da editora Annablume no site da Livraria 30PorCento e me deparei com um título bem incomum: Cidades dos Vivos – arquitetura e atitudes perante a morte nos cemitérios do estado de São Paulo. Renato Cymbalista, pesquisadora da Unicamp, “recupera a história do fim dos sepultamentos nas igrejas, no século XIX, processo que significou a chegada de novos – e pretensamente civilizados – costumes fúnebres ao estado, e resultou na constituição dos cemitérios municipais no final desse século.” Um tema que, destituído de seu primeiro impacto fúnebre, parece interessante.

O livro conta com um levantamento fotográfico que analisa, entre outras coisas, uma certa convergência das formas que os túmulos podem assumir entre classes sociais e grupos culturais nas últimas décadas do século XX.

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lançamentos

João Ubaldo e a autotradução

17 agosto, 2009 | Por admin

O autor-tradutor ou a composição-tradução, enfim, o tradução do próprio autor de sua obra é o tema deste livro: O respeito pelo original – João Ubaldo Ribeiro e a autotradução. Maria Alice Gonçalves Antunes, professora da UERJ, redigiu o capítulo introdutório dedicado à considerações teóricas e metodológicas, somos apresentados aos conceitos de autor-modelo e leitor-modelo de Umberto Eco:

“O autor-modelo é uma voz que fala afetuosamente (imperiosamente ou enganosamente) conosco, que nos quer ao seu lado, e essa voz se manifesta como estratégia narrativa, como conjunto de instruções que nos dão distribuídas a cada passo, e às quais devemos obedecer quando decidimos comportar-nos como leitor-modelo” (Seis passeios pelos bosques da ficção, Companhia das Letras, 2006, p. 18-19)

Após este capítulo-prefácio, a autora dedica o segundo capítulo para conceituar a autotradução. Distribui pelo texto 4 subcapítulos: “Autotradução: conceituação”, “Breve histórico: a autotradução e as pesquisas sobre o tema”, “A autotradução na academia” e “Autotradução e autotradutores: motivações e questões teóricas”. E depois, no último capítulo, entra no estudo propriamente dito do caso sobre João Ubaldo Ribeiro onde estabelece uma análise comparativa de originais e suas respectivas traduções.

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Artes Plásticas

Oswaldo Goeldi: luz noturna

17 agosto, 2009 | Por admin

Abriu dia 15 de agosto na Caixa Cultural de São Paulo – na Galeria da Paulista, dentro do conjunto nacional – a exposição Goeldi: luz noturna. São aproximadamente 60 obras em xilogravura, livros ilustrados, uma cronologia ilustrada do artista, estudos, registros, manuscritos, cartas, documentos, fotos, objetos pessoais e video com depoimento de gravadores.

Parte do material presente na exposição é inédito graças à cooperação entre o Projeto Goeldi (responsável pro catalogar e autenticar sua obra) e a Associação Goeldi. A curadoria é de Lani Goeldi, sobrinha-neta do artista.

Onde

Exposição ‘Goeldi – Luz Noturna’
Caixa Cultural São Paulo – Galeria Vitrine da Paulista
Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2083 térreo – São Paulo (SP)
Entrada: franca
15 de agosto de 2009 a 20 de setembro de 2009

Livros Relacionados

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Arquitetura

Lina Bo Bardi por escrito

16 agosto, 2009 | Por admin

Duas páginas inteiras da Folha de São Paulo de hoje foram dedicadas à memória de Lina Bo Bardi, renomada arquiteta italiana modernista, sempre (e só) lembrada por seu projeto do MASP. Apesar do legado arquitetônico desprezado (na reportagem há um quadro com duas fotos, uma delas é a de um restaurante que não funciona e a da Ladeira da Misericórdia, no Pelourinho, abandonada, ambas em Salvador), um projeto recente da editora Cosac Naify publicou em livro um conjunto de textos (33) escritos por Bardi e recolhidos em periódicos brasileiros e italianos, onde se evidencia a posição da arquiteta como “peça-chave na constituição de um olhar moderno sobre a cultura”.

De temática variada, o conjunto de artigos reunidos “repassam e propõem novos conceitos para temas como habitação, mobiliário, arte popular, museologia, restauro, educação e políticas culturais.” O livro faz parte da Coleção Face Norte, dedicada à teoria e história da arquitetura e coodernada por Cristina Fino.

O MASP, o Sesc Pompéia, o Museu de Arte Moderna da Bahia, a Casa de Vidro no Morumbi e o Teatro Oficina são alguns dos principais projetos de Lina Bo Bardi que podem ser vistos, conservados, pelo Brasil.

Para mais informações sobre o assunto visite o site oficial do Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi.

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poesia

Haroldo de Campos, por Décio Pignatari

14 agosto, 2009 | Por admin

Hoje as 20h, na Casa das Rosas em São Paulo, Décio Pignatari (poeta, semiótico, concretista, etc. e tal) será o responsável pela abertura de
Hora H, “evento realizado anualmente desde 2003, [que] tem o objetivo principal de homenagear e manter viva a obra do poeta Haroldo de Campos por meio de oralizações, performances, shows, apresentação de vídeos e palestras com importantes nomes da literatura contemporânea.”

Esta é a sétima edição do evento que acontece nos dias 14, 15 e 16 de agosto, na Casa das Rosas. O lugar tem salas pequenas e o magnetismo – seja pela importância histórica ou pela admiração poética – desses dois expoentes da poesia concreta brasileira é capaz de atrair uma grande quantidade de admiradores. Tudo indica que haverá problemas de lotação, portanto chegue cedo.

Hora H 2009

Mais detalhes sobre o evento encontre no site oficial da Casa das Rosas.

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lançamentos

Cinematógrafo – um olhar sobre a história

11 agosto, 2009 | Por admin

Este livro deve sua existência à publicação em 1977 de Cinéma et Histoire, de Marc Ferro. Até então ignorados pelos historiadores, os filmes adquirem então status de fonte e agente da história. Foi assim que pesquisadores brasileiros e franceses puderam voltar sua atenção para o filme como modo de representação dos processos históricos, ou pensa-los como “lugar de memória e de identidade que se cruzam no discurso fílmico.”

Organizado por Jorge Nóvoa (UFBA), Soleni Biscouto Fressato (UFBA) e Kristian Feigelson (Paris III), Cinematógrafo – um olhar sobre a história, publicado pela Editora UNESP, divide-se em três partes: “O laboratório Teórico”, “Laboratório da Re-escrita da História – a segunda guerra e suas representações” e “Laboratórios Cruzados: filmes, memórias e identidades – representações do pós-II Guerra”, e termina com o epílogo “A cegueira branca pode ser a última. Olhares sobre um mundo mais que em crise>”. Um foco teórico pouco conhecido no Brasil.

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Últimas

Catálogo de Periódicos Online

10 agosto, 2009 | Por admin

Conheci através de um tweet de Pierre Bordieu um blog frances chamado La Criée : périodiques en ligne. A proposta é tentadora para os fanáticos por periódicos: publicar as fichas que o autor do blog reuniu para alimentar o Aurelie, o catálogo de periódicos eletrônicos da Universidade de Toulouse 2.

A lista de links de periódicos cadastrados não deixa a desejar: são 11 categorias que reúnem, até agora, 4102 publicações. Elas estão divididas do seguinte modo:

O tweet de Pierre Bourdieu que me levou ao blog divulgava um periódico voltado ao estudo do filósofo iluministra escocês David Hume publicado pela Hume Society, o Hume Studies Online.

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lançamentos

Michelangelo Buonarroti – Epistolografia e Poesia

10 agosto, 2009 | Por admin

Com o recente lançamento da editora da Unicamp são 2 os livros que tratam de partes da produção de Michelangelo Buonarroti que não estejam ligadas nem as artes plásticas nem a invenção de projetos de engenharia – que acredito sejam os aspectos mais conhecidos do artista italiano.

Cartas escolhidas reúne a produção epistolar de Michelangelo entre os anos de 1496 e 1563. Cada carta, traduzidas diretamente do original italiano, vem acompanhada de sua contextualização e comentário. A professora de história da arte da UERJ, Maria Berbara, assina a tradução.

 

Além das Cartas Escolhidas, a Ateliê Editorial publicou em 2007 uma seleção de 50 poemas de Michelangelo. Uma belíssima edição que Mauro Gama traduziu do original italiano para o português da mesma época, usando como referência a métrica e as rimas de Luís Vaz de Camões, “conseguindo reproduzir o efeito de modernidade que Michelangelo teve sobre a língua de seu tempo.”

Dois quartetos transcritos no release publicado no site da editora onde Michelangelo estabelece um paralelo entre o ferreiro, o demiurgo e o escultor-poeta:

Só co fogo o ferreiro estende
à idéia cara e seu melhor lavor,
nem sem fogo um artista o ouro, em fervor,
no seu mais alto grau afina e rende:

nem mesmo fênix outra vez se prende
se antes não arde. E eu, se morrer no ardor,
mais claro espero entre esses me repor
que a morte acresce, e o tempo não ofende

mostram, para Gama, “a capacidade de materializar o que é imaterial (a eternidade, ou a ressurreição), ou de concretizar o abstrato, que é tanto mais nova e admirável em alguém que consegue, num contexto como o seu, sentir a fundo a realidade de sua contingência”.

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lançamentos

Harmonia Funcional e a Indústria Fonográfica Brasileira

10 agosto, 2009 | Por admin

Dois lançamentos da Editora da Unicamp desta semana tratam da música em duas diferentes esferas: um propõe um estudo da parte técnica – especificamente a harmonia – e teórica da produção musical popular e o outro analisa a comercialização e recepção da música – neste caso, voltado para a análise da indústria do disco no Brasil durante os anos de 1970.

Harmonia funcional, de Carlos Almada (mestre em musicologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), aborda a Teoria Musical, a Harmonia Funcional e dedica uma seção à Harmonia Aplicada, tendo como referência o samba e o choro.
Almada já havia publicado pela Editora da Unicamp o livro Arranjo.

 

Indústria Fonográfica – um estudo antropológico, é uma reedição do livro de Rita C. L. Morelli, professora da Unicamp, publicado originalmente em 1991. O texto possui um foco bastante específico: a atuação da indústria do disco no Brasil durante os anos de 1970. As carreiras de Fagner e Belchior são usadas como modelo para a análise crítica da construção da imagem pública do artista, e espera “poder nos oferecer um novo olhar sobre o cenário atual” através da construção da indústria fonográfica brasileira.

 

Rita Morelli também publicou Arrogantes, anônimos, subversivos: Interpretando o acordo e a discórdia na tradição autoral brasileira, pela Mercado de Letras, mas está esgotado.

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Agenda

Acta Media 7 – Simpósio Internacional de Artemídia e Linguagens Digitais

7 agosto, 2009 | Por admin

“A proposta da Acta Media, coordenada pelo professor doutor Artur Matuck desde 2002 é reunir produções acadêmico-artístico-culturais que trabalham com a convergência de linguagens, mídias e tecnologias, a fim de instigar comunidades de pensamento e reflexão sobre a cultura digital.” (Elza Ajzenberg e Artur Matuck no prefácio do livro Artemídia e Cultura Digital, Musa Editora, 2009)

Para a 7ª edição do Acta Media que começa amanhã, 7 de agosto, em São Paulo, o próprio Matuck esclarece a meta: “o objetivo principal deste ano [2009] é expandir o conceito de Cíbrido, termo utilizado pelo arquiteto americano Peter Anders para designar um objeto híbrido, participando igualmente do ciberespaço e do espaço físico”.

Peter Anders descreve um Cíbrido (Cybrid), ou Ciber-Híbrido (Cyber-Hybrid), como um objeto que é a fusão entre o realidade e a virtualidade num ponto fixo do espaço. Numa entrevista a Sabine Breitsameter – publicada parcialmente no interactivearchitecture.org -, Anders confessa que as pessoas não percebem o quão antiga é a noção de Cíbrido. Diz ele que “todos nós crescemos com contos de fadas e mitos, uma espécie de espaço narrativo que fundia a realidade física com espaços imaginados, e pessoas imaginárias juntas. E eu acho a realidade virtual, ou realidade aumentada [augmented reality], que é meu campo de atuação, funde o físico e o não-físico de maneira muito similar.”

Acta Media 7 Simpósio Internacional de Artemídia e Linguagens Digitais

Alguns temas que serão abordados durante os 6 dias do simpósio serão “O cíbrido nos processos sociomaquínicos: identidades cíbridas”, “Sonoridades cíbridas nas Américas”, “O lugar da arte contemporânea: o espaço expositivo”, “Escrituras cíbridas: fontes tipográficas digitais baseadas em letras de mão” entre outras. Para consultar a programação completa acesse a página do evento no site da Casa das Rosas.

Livro lançamento

A Musa Editora lançará amanhã a partir das 17 horas o livro Artemídia e Cultura Digital, de Artur Matuck e Jorge Luis Antonio (org.). A obra apresenta os conteúdos veiculados no ACTA MEDIA 3, realizado pelo PGEHA em colaboração com o Museu de Arte Contemporânea da USP, de setembro a novembro de 2004.

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lançamentos

Instituto Piaget Editora

6 agosto, 2009 | Por admin

O Instituto Piaget, ou Instituto Piaget – Cooperativa para o Desenvolvimento Humano, Integral e Ecológico, CRL, é uma instituição de ensino superior portuguesa presente em 7 cidades de Portugal, em Angola, Cabo Verde, Moçambique e inaugurou, este ano, sua primeira filal brasileira na cidade de Suzano, em São Paulo.

Em 1988 criou um projeto editorial que já possui mais de 1500 títulos publicados, dentre eles diversas traduções de autores renomados como Edgar Morin, Michel Serres, Lucien Sfez, Ervin Laszlo, Catherine Millet, entre outros.

O desenvolvimento intenso da editora culminou na criação de uma delegação em Porto Alegre para facilitar a difusão do material publicado em território nacional. Os livros não são vertidos para o português brasileiro; os livros publicados até o ano passado são vendidos no Brasil com as regras ortográficas vigentes em Portugal antes do recém-assinado acordo.

Veja abaixo alguns ótimos exemplos de traduções que muitas vezes não encontramos em publicações nacionais:

Um debate que existe desde o aparecimento do automóvel, que reflete sobre uma necessidade de adaptação contínua das cidades ao carro.

 

Discussão sobre a capacidade das cidades de estimular a criatividade e de dinamizar a vida econômica mesmo com a subida das tensões sociais.

 

“Pensadores e filósofos tentam, nesta obra, sair do dilema que, hoje, nos encerra entre ceticismo e dogmatismo, ajudando-nos a compreender melhor as lógicas que transformam a nossa sociedade.”

 

A arte contemporânea e a vontade de querer ter um controlar demasiado sobre o real.

 

“Pierre Lévy propõe, nesta obra, para a informática do futuro, um programa de investigação complementar ao programa de pesquisa sobre a inteligência artificial.”

 

Uma introdução a clássica teoria do pensamento complexo do sociólogo francês Edgar Morin.

 

 

Os livros da Editora do Instituto Piaget estão sendo cadastrados no acervo da Livraria 30PorCento. Acesse a página da editora em nosso site para conferir o catálogo.

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Literatura

Mário de Andrade por José Luís Jobim no IEB

5 agosto, 2009 | Por admin

A coleção pessoal de Mário de Andrade foi adquirida pela USP em 1968 da família do colecionador e destinada ao IEB. A coleção, como descrita no site do IEB, é “composta por livros, separatas, revistas e partituras que abordam temas variados tais como modernismo brasileiro, vanguardas européias, música, folclore e etnografia. Destacam-se na coleção as principais revistas modernistas editadas no início do século XX, livros de arte e livros de luxo ricamente ilustrados.”

A partir deste rico acervo os pesquisadores estudam o processo de criação de Mário de Andrade, estudo este que deu origem a esta conferência que faz parte de um projeto temático FAPESP/IEB/FFLCH-USP. Daí a origem da próxima conferência O Original e o próprio, o derivado e o impróprios: Mário de Andrade e as teorizações sobre trocas e transferências literárias e culturais.

O conferencista é o Prof. Dr. José Luís Jobim, diretor do Instituto de Letras e professor titular da UERJ desde 1994 e professor da UFF. Para mais detalhes acesse sua página na Plataforma Lattes: José Luís Jobim de Salles Fonseca.

Local e Data

10 de agosto de 2009, às 10h
Instituto de Estudos Brasileiros
Av. Prof. Mello Moraes, trav. 8, 140
Cidade Universitária, São Paulo, SP
Tel. 11.3091.3199 / 3091.1149
www.ieb.usp.br
difusieb@usp.br

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